Pra sair da planilha sem perder o seu método, leve pra plataforma as três coisas que formam o seu jeito de treinar. As suas zonas de intensidade, os seus treinos-modelo e a forma como você organiza a semana de cada perfil de aluno. Com isso configurado, o método continua seu. Só a entrega muda.
Esse é o medo mais comum do professor de corrida antes de trocar de ferramenta. Anos construindo uma planilha que funciona, cheia de fórmulas e abas. Ninguém quer jogar isso fora.
O que é o seu método, na prática?
Quando a gente conversa com professores, o método quase sempre se resume a quatro coisas.
- As zonas. Como você divide a intensidade, de leve a máxima, e como calcula cada uma.
- O teste. Qual teste você usa pra descobrir o nível do aluno.
- Os treinos-modelo. Os treinos que você repete com variações. Rodagem, regenerativo, tiros, longo, ritmo.
- A organização da semana. Quantos dias, em que ordem, pra cada perfil de aluno.
A planilha é só onde isso mora hoje. Nada disso depende dela.
Os quatro passos da mudança
1. Configure as suas zonas
Na GritRun você define as zonas padrão da sua assessoria e ajusta os parâmetros na ficha de cada aluno. Você prescreve do seu jeito, com as suas zonas e os seus nomes de treino. O passo a passo está em Como trabalhar com zonas de treino.
2. Cadastre o teste de cada aluno
O teste é o que transforma a zona no pace de cada aluno. Você registra de forma manual, por protocolo ou com VO2max direto, e o histórico fica guardado. Veja na aba Teste de desempenho.
3. Monte as suas planilhas-modelo
Pegue a semana que você mais usa pra cada perfil e monte uma vez como modelo. Iniciante, intermediário, avançado, preparação pra meia. A partir daí, cada modelo vira um ponto de partida pronto.
4. Organize os alunos em turmas
Agrupe os alunos parecidos em turmas e aplique o modelo pra turma inteira. Você escolhe os dias de treino e a data de início, e cada aluno recebe o treino com o pace calculado pelo teste dele. O passo a passo está em Como criar e utilizar turmas.



