Pro aluno, a troca da planilha pelo aplicativo muda três coisas. Ele encontra o treino do dia em um toque, corre com o treino no relógio e sente que a assessoria dele é organizada.
A planilha no Google Sheets foi feita pro professor. É nela que você pensa, calcula e organiza. O problema é que o aluno também precisa usar, e a planilha nunca foi feita pra isso.
Como o aluno usa a planilha hoje?
Na maioria das assessorias, o treino chega pro aluno como um print da planilha, mandado no privado do WhatsApp. O print fica perdido no meio da conversa, entre áudios e outras mensagens, e passa uma imagem pouco profissional da assessoria.
Na hora de correr, ele tenta decorar o treino. Ou leva o celular na mão pra conferir os tiros. Quando a dúvida bate, ele te manda mensagem.
Nada disso é culpa do aluno. A ferramenta é que não foi feita pra ele.
O que muda quando o treino vai pro aplicativo?
O treino do dia aparece sozinho
O aluno abre o aplicativo e o treino de hoje já está na tela. Distância, duração, pace alvo e as séries, na ordem. Ele vê a semana inteira numa faixa de dias e toca pra ver os próximos.
O pace é o dele
Na planilha, ou você calcula o pace de cada aluno à mão, ou todo mundo recebe o mesmo. No aplicativo, você prescreve por zona e cada aluno vê o próprio pace, calculado pelo teste dele. A gente explica como em mandar o mesmo treino pra vários alunos, cada um no seu pace.
O treino vai pro relógio
Quem usa Garmin, Apple Watch ou Amazfit recebe o treino direto no relógio. Ele corre olhando o pulso. O relógio avisa a hora do tiro e a hora de recuperar.
Tudo fica num lugar só
O treino de força chega no mesmo aplicativo da corrida. Os vídeos que você grava ficam organizados numa página própria. O aluno para de procurar coisa em cinco lugares diferentes.
Ele conta como foi
Depois do treino, o aluno deixa a observação dele e avisa se sentiu dor ou teve algum imprevisto. Você vê isso em destaque, ao lado do que foi prescrito.



